África do Sul- Janeiro e Fevereiro 2000

BEAUTIFUL CAPETOWN, SO.AFRICA. During this trip, I visited THE WESTERN CAPE PROVINCE, NORTHERN CAPE & GARDEN ROUTE TO THE EASTERN CAPE, RETURNING VIA THE KLEIN KAROO January31-February 21, 2000 (My third trip to South Africa)

CITY BOWL-Kapstad & Waterfront/Table Mountain
THE AMSTERDAM GUESTHOUSE IN ORANJEZICHT - CAPE TOWN where I have stayed on 4 differnt occasions between July 1999 and February 2000.

POOL, JACUZZI STEAM & LOUNGE AREA
Where the Indian Ocean meets the South Atlantic Ocean

Eu consegui uma passagem muito (mas muito) barata para viajar a Cidade do Cabo de Miami, apessar de ter vôos da SOUTH AFRICAN AIRWAYS sem escala Miami- CapeTown- Miami na época. Portanto, parte da aventura foi a odisséia por 5 cidades em 3 continentes para chegar ao meu destino, e depois também voltar pela mesma rota. Saí de Miami 31 de janeiro pela United Airlines em direção a Frankfurt, trocando de Boeing 777-200 em Washington-Dulles.
Cheguei em Frankfurt no dia seguinte as 7h30, e após pegar o bilhete para o resto do trajeto no saguão original do aeroporto, continuei para Londres pela British Midland Airways às 11h, chegando a LON-Heathrow às 13h. Em Heathrow, tive que trocar de terminal (claro) e esperar até o Airbus 340 da VIRGIN ATLANTIC partir às 18h. Aquele Heathrow (o terminal intercontinental principal pelo menos) é uma verdadeira Torre de Babilônia de tanta diversidade de gente, trajes, línguas, e artigos à venda de todo tipo, com mesquita e sex shop, tudo num espaço só.
Depois de um vôo de quase 13 horas, chegamos a Cape Town/Kapstad às 9 horas. MICHIEL, o dono do Amsterdam Guest House (que aparece aqui em cima) estava me esperando na saídas internacionais, com a van do Amsterdam. O passéio entre o aeroporto e o"Amsterdam" é muito pintoresco. A Pousada Amsterdam fica no alto (a penúltima rua e depois é só pedra para cima) do "City Bowl" de Cidade de Cabo, num bairro cheio de mansões e palacetes encostados no Table Mountain (o Corcovado de C.Town).
Uma vez lá, encontrei-me novamente com Nick - um amigo (também holandês como Michiel) que eu já conhecia. Ele trabalha com turismo na Holanda, mas ajuda Michiel a administrar esta "pousada"- um palacete privado até a venda nos anos 90 para Michiel. Os quartos de hóspedes são enormes e bem equipados com TV a cabo e banheiros completos. Os varios salões lembram o passado da casa como um grande casarão. Tem 3 ou 4 níveis, dois jardins, piscina, jacuzzi, solarium, sauna e banho turco, com duas salas de televisão (vídeo), já que todos os quartos tem TV a cabo.
Bom, aconteceu muito coisa daqui para frente que irei acrescentando. Aluguei um carro, e conheci mais de perto (já era minha 3a visita) Cape Town, que mais que uma cidade é uma área enorme, dividida por montanhas, praias, ilhas, vales e planícies. Também conheci mais o norte da província sul africana Western Cape, e cheguei até a fronteira com o "Northern Cape" que já começa a se parecer mais com Namíbia do que com a mais verde e fértil "Western Cape."
Tomei o famoso camino ou estrada "Garden Route" que liga a Cape Town com o "Eastern Cape" - a última província que se criou do que foi na época dos governos européus, uma entidade só - a "Cape Province." No caminho, passa-se por Hermanus, o Ponto Agulhas - o ponto mais austral da África, descoberto pelos portugueses como o nome indica. Lá, muita gente considera que os Oceanos Índico e Atlântico se separam.

Continuei até Mosselbai, passando pela linda cidade de George e subindo o espetacular Montagu Pass. Depois dum dia e 2 noites em Mosselbai, continuei até o Parque Nacional Titsikama, já no Eastern Cape Province. Passiei pelo maravilhoso Storm's River com suas cachoeiras e cavernas e pelos luxuosos balneários de Plettenberg Bay e Knysa. Nesta área, alias 50 kms após de deixar o município de Cape Town, as aguas são mais quentes, a vegetação e o clima é cada vez mais tropical, pegando as correntes de agua quente do Oceano Índico. É assim, passando por Durban até chegar à fronteira com Moçambique. Mas eu nem cheguei perto de lá, apenas no Eastern Cape.

Na volta de Plettenberg Bay à Cidade do Cabo, preferi ir pelo interior, uma espécie de sertão (mais árido ainda) chamado "the Karoo." A cidade principal nessa região é Oudtshoorn, que é a capital de produtos derivados da avestruz. E é o lugar que tem mais avestruz mesmo, um dos mais típicos animais da África do Sul - e um que tem múltiples fins: desde segurânça (pela força de um golpe de peito da avestruz) até na moda, em todo tipo de acessórios e na comida: ovos e carne.

Não fiquei hospedado em Oudtshoorn, optando pelo famoso e remoto SWARTBERG HOTEL & COUNTRY LODGE numa vilazinha chamada Prince Albert, em homenagem ao príncipe que visitou esse remoto fim de mundo no final do secúlo 19. O Hotel está na base dos Swartberg Mountains, na vila de Prince Albert. Prince Albert fica a só 40kms de Oudtshoorn e as Cavernas Cango Caves, via o magnífico e historico Swartberg Pass – considerado o segundo mais belo no mundo. Também, pode-se chegar ou sair via Meiringspoort, uma outra deslumbrante passagem de 25 kms, rodeada de falésias vermelhas. Fiquei numa "moradia típica sul africana" como a foto seguinte mostra.

Prince Albert e Oudtshoorn são os únicos municípios do mundo que oferecem três das paisagens mais deslumbrantes do mundo (segundo a Guia Michelin) dentro de um raio de 100kms. Estas são o Swartberg Pass, Meiringspoort e ainda na serra -as "Cango Caves.
O Swartberg Hotel, na rua principal da vila, Church Street, tanto o "Lodge" como
a vila parecem um far oeste imperial do século 19. A vila inteira, quase, se encontra no Bar deste "Lodge" meio-Victoriano, meio-Gótico a partir da Happy Hour. Muito homem de negócio sul-africano (leia-se afikâner branco) aparece por lá também. Não só por ser o único bar da vila, mas o único bar/restaurante num raio de uns 100 kms. Aqui, o sempre movimentado bar - centro verdadeiro da vila.

Mas a N-1, uma Rodovia SulAfricana muito importante, passa por perto. E Prince Albert é também a única parada possível num bom trecho de rodovia (que é excelente por sinal), alternando entre 2 e 4 pistas - que não parecem necessárias mas dá uma sensação de segurânça bárbara para quem dirige centenas de quilometros pelo deserto em retas que às vezes causam ilusões óticas.
No dia seguinte à minha hospedagem em Prince Albert, continuei viagem pelo "Klein Karoo" (esta área desértica) a caminho de PAARL, uma das cidades principais do Cabo, e um importante centro vinícola e têxtil. Para chegar lá, tem que passar por uma descida espetacular pelas montanhas ao redor de Paarl, deixando para trás a paissagem desértica do "Karoo" e entrando numa região bucólica e pintoresca.
Bom, acrescentarei mais um pouco depois, mas por enquanto descrevo a minha partida da África do Sul. Foi na segunda-feira, dia 21 de fevereiro que embarquei na VIRGIN ATLANTIC em vôo diurno (de 12 horas) sem escalas até London-Heathrow. Já era de noite e tarde depois de passar pela alfândega, e eu resolvi tirar uma soneca no terminal intra-européu até umas 5h30, já que às 6 horas começava o check-in do meu vôo da British Midland a Frankfurt, saindo às 7h20.
Em Frankfurt, cheguei às 1oh (horário local). Por British Midland e a United ser aliadas da Lufthansa, novamente fiquei dentro do mesmo terminal sem ter que tomar o famoso trenzinho. Meu vôo, novamente de Boeing 777, compartilhado Lufthansa /United saiu às 14h, chegando 9h30 minutos depois em Washington-Dulles, 16h30 hora local Lá, depois de passar pela alfândega, embarquei no mesmo tipo de avião, se não ele próprio novamente, às 17h30 para Miami - cheio de europeus; o vôo opera como a extensão a Miami dos vôos das United vindos da Europa. Às 19h40 pousamos em Miami, e às 21h já estava de volta em casa.

0 Comments:
Postar um comentário
<< Home